Criações

Desde pequeno, me encanto com histórias. Não importa se vêm de livros, filmes, conversas ou lembranças de outros tempos — tudo ganha vida na minha mente curiosa. Sou do tipo que ouve com os olhos brilhando e conta com o coração inteiro. Tenho um jeito especial de transformar qualquer acontecimento em narrativa, como se cada detalhe carregasse um mundo. Para mim, histórias são pontes: entre pessoas, épocas, emoções. Viver, afinal, é colecionar enredos e compartilhá-los com quem estiver disposto a escutar.

Além de contar, também escrevo histórias — pequenas partes de mim espalhadas em palavras. Algumas delas podem ser lidas nos links abaixo, para quem quiser mergulhar um pouco mais nesse universo que tanto me move.

E entre todas as formas de contar histórias, as fanfics ocupam um espaço especial no meu coração — principalmente aquelas inspiradas no universo vibrante do k-pop. Escrever sobre EXO, AKB48, f(x), Seventeen e tantos outros artistas que admiro é como unir duas paixões em uma só batida: a da música e a da imaginação. Cada cena que crio carrega os sons, as cores e os sentimentos que esses grupos despertam em mim, transformando performances e personalidades em tramas que misturam realidade e fantasia. Nas fanfics, posso explorar laços, reimaginar encontros, mergulhar em dilemas e criar mundos onde cada integrante ganha novas nuances — e quem lê, embarca comigo nessa viagem repleta de emoção e afeto.

Mas meu amor por fanfics vai muito além do k-pop. Não me limito a um só universo — minha inspiração se espalha por tudo o que me toca de verdade. Livros que me marcaram, filmes que me deixaram sonhando acordado, séries que conquistaram um lugar permanente no meu coração… tudo pode virar história nas minhas mãos. Às vezes, um personagem secundário esquecido ganha protagonismo; outras vezes, eu reinvento finais, crio encontros impossíveis ou dou voz a sentimentos que ficaram nas entrelinhas. Escrever fanfics é minha forma de prolongar o encantamento, de conversar com as obras que amo e, ao mesmo tempo, criar algo novo a partir delas. É um espaço de liberdade criativa onde tudo pode acontecer — e é justamente isso que me fascina tanto.

Contar histórias — e escrevê-las — é, para mim, um ato de liberdade. É dar asas à imaginação sem se prender a regras, gêneros ou expectativas. É permitir que qualquer ideia, por mais improvável ou simples que pareça, encontre um lar nas palavras. Gosto de criar sem amarras, de explorar todo tipo de narrativa: as leves e engraçadas, as profundas e intensas, as cotidianas e as fantásticas. Cada história que escrevo carrega um pedaço do que sou e do que sonho. Porque, no fim das contas, escrever é isso: um voo sem roteiro certo, guiado apenas pela vontade de sentir, criar e compartilhar — com quem estiver disposto a embarcar.

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