Winx Reboot: A magia tá de volta (e a Netflix tá tentando de novo, corajosa que só ela)
Prepare-se para uma dose cavalar de glitter, asas com Wi-Fi embutido e um reboot que promete reacender a chama mística das manhãs de sábado: as Winx estão voltando, meu povo! Sim, aquelas fadas que dominaram os anos 2000 com figurinos de gosto duvidoso e coreografias de transformação que deixavam qualquer “sailor moon” com ciúmes.
“Netflix, amor, você tá bem?” – A tentativa anterior
Antes de nos empolgarmos com o que vem por aí, vamos tirar o elefante mágico da sala: “Fate: A Saga Winx”. O live-action sombrio, dramático e... meio estranho que a Netflix lançou em 2021. Lembra? Aquele em que trocaram a vibe colorida por uma paleta de cinza deprimente, a Tecna evaporou misteriosamente e a Flora virou a “prima latina” Terra, porque alguém achou que isso fazia sentido.
O resultado? Críticas mistas, fãs nostálgicos surtando nas redes e duas temporadas que deram o que falar — só não no bom sentido. Foi tipo colocar glitter numa abóbora e esperar que vire uma fada. Não virou.
Reboot animado: A esperança renasce das cinzas (e do CGI)
Mas agora a Netflix resolveu acertar. Ou pelo menos está tentando mais forte que da última vez. Em parceria com a Rainbow S.p.A (a criadora original da série), o reboot animado em CGI de “Winx Club” chega no fim de 2025, e promete algo que há tempos parecia perdido: respeitar o espírito original da série, com visual novo, narrativa amadurecida e personagens mais... bem, mais mágicas e menos adolescentes em crise existencial.
Stella com Sol e Lua? Aisha dominando as ondas?
As novas transformações reveladas são um show à parte. Stella agora brilha com poderes solares e lunares, parecendo a encarnação da Lady Gaga num eclipse. Já Aisha vem poderosa, como se tivesse passado o verão inteiro em uma rave subaquática. É CGI de alta voltagem, meus caros. A animação tá linda, e as transformações parecem o desfile da Victoria’s Secret no multiverso das fadas.
E pasmem: Nabu vai voltar. Sim, aquele boy sumido da Aisha que todo mundo chorou quando morreu. Plot twist: ele não morreu. Ele “desapareceu”. Provavelmente foi fazer intercâmbio no Mundo Real e se atrasou no trem da volta.
Brinquedos, TikTok e podcast? As Winx tão em todas!
Além da série, teremos também nova linha de bonecas (as asas vêm com LED, obviamente), site repaginado, perfil oficial no TikTok e até podcast. A Bloom deve estar gravando no estúdio agora mesmo com uma caneca escrito “Fada e podcaster”. Meta atingida.
Expectativas: dá pra se empolgar ou vamos de decepção gourmet?
É claro que há um pezinho atrás. Afinal, estamos falando da Netflix — a mesma que já matou mais séries que vilão da Disney. Mas o envolvimento da Rainbow e a promessa de um tom mais fiel à essência da série animam. Tem um cheirinho de acerto no ar (ou é só perfume da Musa?).
Se o roteiro não for feito por um gerador de frases de autoajuda e a animação não for só filtro de Instagram em 3D, temos potencial. Potencial real. Talvez, só talvez, essa seja a redenção que Bloom e suas amigas merecem.
Quer ver magia de verdade?
Se você ainda não conferiu as novas transformações das fadas, tá esperando o quê? Vai lá ver a Stella solar-lunar, a Aisha oceânica, a Flora versão jardim botânico em LSD e muito mais. É brilho, é barulho, é puro suco dos anos 2000 com acabamento de 2025.


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